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Radar da semana: o ChatGPT Ads chega ao Brasil e o Google manda revisar a IA

Banner do Radar da semana de Segunda-feira, 13 de outubro de 2026

Bom dia. A IA saiu da vitrine e entrou na operação: o ChatGPT Ads virou um shopping completo e já roda no Brasil, a Microsoft Advertising se plugou no HubSpot, e o Google cravou que todo conteúdo de IA precisa de revisão humana antes de publicar. Leia em 4 minutos e saia na frente.

Esta é a curadoria da semana do Radar IW. Cada item abaixo linka para a matéria completa na fonte que publicou.

ChatGPT Ads vira vitrine completa e já roda no Brasil

A OpenAI soltou um pacote de novidades no ChatGPT Ads: criação de campanhas de feed de produto em massa subindo uma planilha no Ads Manager, provador virtual dentro da conversa, status de revisão de produto com motivo de reprovação e uma Insights API que agora reporta conversões além da meta da campanha. Com a expansão para sete mercados da Ásia, os anúncios já rodam em 61 países, e o Brasil está na lista.

Por que importa: Anúncio em IA deixou de ser experimento gringo. Se você tem e-commerce, coloque o canal no radar de testes do próximo trimestre: começar cedo costuma significar CPM baixo e aprendizado barato, e o feed que já roda no Google e na Meta é o ponto de partida.

Leia a matéria completa em Search Engine Roundtable.

Microsoft Advertising entra no HubSpot (e tira o teto de lance)

A Microsoft integrou o Microsoft Advertising ao HubSpot: dá para usar os contatos do CRM para montar públicos, alcançar prospects no Bing, Copilot, Outlook e Xbox, e ligar o clique do anúncio ao lead, ao pipeline e à receita. No mesmo pacote, desde 1º de outubro as campanhas novas sem portfólio perderam o CPC máximo manual (Target CPA, Target ROAS e Maximizar).

Por que importa: Se a sua operação é B2B e vive no HubSpot, nasceu um caminho para provar receita de anúncio num leilão bem menos disputado que o do Google. E organize as campanhas novas já sabendo que, para ter teto de CPC na Microsoft, agora só via estratégia de portfólio.

Leia a matéria completa em MediaPost.

Google: conteúdo de IA só publica depois de checagem manual

O Google atualizou a página oficial de orientações sobre conteúdo criado com IA generativa com um recado direto: é crítico checar e revisar manualmente todo conteúdo gerado por IA antes de publicar, e a revisão vale além do texto (title, meta description, dados estruturados e alt text). As políticas de spam não mudaram; o que mudou é que a recomendação virou orientação formal.

Por que importa: Se o seu blog, as descrições de produto ou as páginas usam IA na produção, coloque uma etapa humana de checagem de fatos no fluxo e estenda a revisão aos metadados. Volume sem revisão deixou de ser atalho e virou risco de queda de ranking.

Leia a matéria completa em Search Engine Journal.

Google aperta o cerco aos scrapers e os rank trackers sentem

O Google intensificou o bloqueio a scrapers e várias ferramentas de acompanhamento de posição passaram a falhar ou reportar dados instáveis (Sistrix, SE Ranking, DataForSEO e outras). A Nozzle chegou a medir cerca de 8% de SERPs envenenados. A recomendação dos especialistas: confie nos dados do próprio Search Console para medir desempenho.

Por que importa: Se você toma decisão de SEO olhando ranking de ferramenta de terceiro, trate os números das últimas semanas com desconfiança e ancore a leitura no Search Console, que é a fonte direta do Google.

Leia a matéria completa em Search Engine Roundtable.

Hiver lança o Omni, com agente de IA que resolve em vez de só responder

A Hiver lançou o Hiver Omni, uma plataforma omnichannel agêntica que unifica e-mail, chat, Slack, voz e WhatsApp, com agentes de IA que investigam e executam ações, não apenas respondem. A proposta é dar conta de atendimento complexo, indo além do chatbot de respostas prontas.

Por que importa: O atendimento está virando camada de execução, não só de resposta. Vale observar como os agentes agênticos tratam casos complexos antes de confiar o seu suporte a eles, mas a direção do mercado está clara.

Leia a matéria completa em GlobeNewswire.

Merchant Center: imagem ruim não tira mais o produto da busca

O Google atualizou a documentação do Merchant Center: imagem de baixa qualidade não bloqueia mais a inclusão do produto nas listagens. O mínimo recomendado agora é 500x500 pixels. A qualidade da imagem continua pesando na performance, mas deixou de ser um motivo automático de exclusão.

Por que importa: Produtos que ficavam de fora por imagem fraca podem voltar a aparecer. Aproveite para revisar o catálogo, subir imagens de pelo menos 500x500 e recuperar itens que estavam barrados sem você saber.

Leia a matéria completa em Search Engine Roundtable.

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